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CHE GUEVARA: FATOS NÃO TÃO CONHECIDOS SOBRE O LÍDER REVOLUCIONÁRIO
Postado por helleninh@
Data 19/09/2020 às 00:01
Fechado por emanuel:,
Visualizações 13
Abandonando a família e a medicina, Guevara acabou se transformando em um guerrilheiro e mais tarde tornou-se um dos maiores símbolos do século 20.

1. Mochileiro da América

No início de 1952, antes de iniciar o último período do curso de medicina, Ernesto Guevara estava insatisfeito. Sentia que precisava conhecer

melhor as pessoas de quem iria tratar pelo resto da vida. Ele queria ir além da Argentina e tinha um parceiro em seus anseios: Alberto

Granado. Era dele a motocicleta que chamavam de La Poderosa (uma Norton de 500 cilindradas), na qual partiram em janeiro.

A moto só aguentou até o Chile, onde foi abandonada sem freios. O dinheiro acabou em março e ele passou a depender de quem lhe desse

comida, carona e abrigo. Todavia, ele foi além. Na época, não era um revolucionário. Se comportava apenas como um jovem incomodado om

a pobreza e as suas desigualdades. Visitou hospitais na Bolívia e ajudou um leprosário na Amazônia peruana.



2. Golpe e revolução

Quando Che Guevara chegou à Guatemala, o governo de Jacobo Arbenz tentava mudar o país, implementou a reforma agrária e garantiu

direitos trabalhistas aos operários. O bom relacionamento do político com a esquerda fez da Guatemala o destino perfeito para perseguidos

políticos de toda a América. Ernesto apreciava o clima progressista que se vivia naquele momento e se aproximou dos militantes socialistas,

principalmente do grupo moncadistas.

Todavia, a situação no país esquentou. Arbenz irritou latifundiários e grandes empresas, como a United Fruit, e passou a ser pressionado para

renunciar ao cargo. Em junho de 1954, a capital foi bombardeada por Honduras com apoio dos Estados Unidos. Guevara refugiou-se na

embaixada argentina e, em carta enviada à sua mãe, criticou Arbenz e mostrou sua nascente veia revolucionária.



3. Amizade com Fidel

Fidel Castro chegou ao México em junho de 1995, junto com seu irmão Raúl e outros dissidentes cubanos, com o objetivo de organizar a luta

armada em Cuba. Eram conhecidos como moncadistas por terem participado do ataque ao quartel de Moncada, em Santiago de Cuba, em

1953, na tentativa de derrubar a ditadura de Fulgencio Batista. Fidel permaneceu preso em Havana até maio de 1954. Foi anistiado e fugiu.

Guevara conheceu Fidel em junho de 1955 e, menos de um ano depois, deixou o trabalho em hospitais para integrar ao grupo. Como médico do exército rebelde, participou do treinamento de guerrilha no Rancho San Miguel. Como consequência, ficou 57 dias preso. Foi nesse período que enviou uma carta à sua mãe incorporando o Che – apelido dado a ele pelos amigos cubanos – à sua assinatura.

4. O grande roubo do trem

O avanço da guerrilha liderada parecia irrefreável no final de 1958. Para seguir rumo a Havana, no entanto, era preciso tomar Santa Clara, o

principal entroncamento de transportes da ilha. Com apenas 340 homens para enfrentar as tropas do exército apoiada por aviões e tanques,

a estratégia de Che era tomar um carregamento de armas que chegaria á cidade em 29 de dezembro.

Os guerrilheiros sabotaram os trilhos e o trem descarrilou. “Os homens eram tirados com coquetéis de Molotov do trem blindado, que se

convertera em um verdadeiro forno”, escreveu Che. Os soldados se renderam, entregando um arsenal de 600 fuzis, 1 milhão de cartuchos,

dezenas de metralhadoras, um canhão de 20 milímetros, morteiros e bazucas. Finalmente, eles estavam prontos para Havana.

No início de 1959, o calor da tomada de Havana e dos combates que se seguiram não arrefeçara. Em meio à incerteza quanto ao triunfo do

movimento socialista em Cuba, discutia-se o que fazer com os prisioneiros que haviam defendido o governo de Batista, o ditador deposto.

Eram militares acusados de tortura, crimes comuns e execução de rebeldes.

Che não escondeu sua posição sobre o assunto. Para ele, a revolução só triunfaria se todos fossem julgados e passagem as penas que

recebessem. Ele defendia a execução dos condenados. E assim foi.

Em La Cabanã – uma antiga fortaleza construída pelos espanhóis no século 18 -, em janeiro de 1959 foram fuziladas dezenas de pessoas no

que ficou conhecido como “El Paredón”. Até 1960, entre 200 e 700 pessoas foram mortas. Até hoje, cubanos contrários ao regime de Fidel

citam o episódio como um assassínio indiscriminado e culpam Che pelas mortes.

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RE: CHE GUEVARA: FATOS NÃO TÃO CONHECIDOS SOBRE O LÍDER REVOLUCIONÁRIO
Comentado por sininhofunny
Data 19/09/2020 às 10:35
Foi o homem de confiança de Fidel e teve e mesmo ainda hj
mantém uma legião enorme de seguidores das suas ideias

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RE: CHE GUEVARA: FATOS NÃO TÃO CONHECIDOS SOBRE O LÍDER REVOLUCIONÁRIO
Comentado por emanuel:,
Data 20/09/2020 às 03:59
Ele defendia execução e ele é muito sitado como defesa da esquerda no brasil,estranho ne

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RE: CHE GUEVARA: FATOS NÃO TÃO CONHECIDOS SOBRE O LÍDER REVOLUCIONÁRIO
Comentado por -BrendaLorencon
Data 21/09/2020 às 16:07
Nossa como sabemos ele foi de muita importância!

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RE: CHE GUEVARA: FATOS NÃO TÃO CONHECIDOS SOBRE O LÍDER REVOLUCIONÁRIO
Comentado por .:Nakamura.
Data 23/09/2020 às 18:13
Não conhecia este fato e não conhecia este homem mais pelo visto ele era um homem de confiança

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